AIDS FELINA

TEXTO INTEGRALMENTE RETIRADO DO BLOG ABAIXO:

DENISE DECHEN (http://dicaspeludas.blogspot.com.br/)

“A prevenção para um gato não correr o risco de contrair o vírus, é evitar que o gato saia  para a rua, pois ele pode se envolver em brigas com outros gatos infectados, e acabar contraindo o vírus. É fundamental também evitar que gatas no cio saiam de casa e acasalem com gatos desconhecidos, pois se acasalarem com um macho infectado, além de contaminar-se, é possível que a gata contamine os filhotes, tanto durante a gestação, quando na amamentação. A castração, tando de machos quanto de fêmes, também é um meio de prevenção à doença.” (http://www.historiasdegatos.com)

Livre seu gato da AIDS Felina
O vírus HIV, causador da Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), desde o começo da epidemia na década de 80, já infectou cerca de 34 milhões de pessoas em todo planeta. Poucos sabem que a doença também atinge os gatos a partir do vírus FIV, pertencente à mesma subfamília da Aids humana.
A Aids Felina é uma realidade que instiga cientistas e pesquisadores desde 1987. O principal meio de transmissão é a saliva. Ainda não se tem provas concretas se o vírus é transmitido pela relação sexual entre esses animais. O grupo de risco para a Aids Felina são os machos por serem mais briguentos do que as fêmeas.
A contaminação ocorre quando o macho morde o pescoço da fêmea durante a cópula, protege territórios, briga com outros gatos, disputa por acasalamento ou quando um infectado lambe o ferimento de um gato saudável. Assim como a síndrome humana, a Aids Felina não tem cura e sem o tratamento adequado, leva o animal à morte.
De acordo com o médico veterinário da Clínica Veterinária Mato Grosso, Anderson Nogueira, o FIV não é transmitido aos humanos e a outros animais, como os cachorros. “A melhor prevenção é não deixar que o gato saia à rua, pois pode se envolver com infectados e contrair o vírus. O mesmo cuidado deve ser dado às fêmeas no cio, que podem acasalar com um macho infectado, contaminando também os filhotes”. A castração de machos e fêmeas é considerada um bom meio de prevenção à doença.
Os gatos infectados podem demorar anos para apresentar os sintomas e com o passar do tempo, o vírus vai destruindo as células de defesa do organismo, tornando o felino suscetível às doenças oportunistas.
Os sintomas da Aids Felina são febre, diarreia, anemia, feridas na boca, gripes e infecções urinárias. O diagnóstico do FIV é feito por exame de sangue.
Gatos soropositivos podem conviver normalmente com outros não contaminados, já que a incidência de brigas entre gatos que residem no mesmo lar é pequena. Caso seu gato tenha o vírus é importante saber que há tratamento de suporte e o animal de estimação ainda necessita e merece amor e carinho.
Considerações
Os gatos com Aids Felina, se tratados, podem viver por 10 anos (a estimativa de vida de um gato saudável varia de 15 a 20 anos). De acordo com estatísticas norte-americanas, 1 a cada 12 gatos são soropositivos. Nos Estados Unidos, cerca de 2% da população felina está infectada pelo FIV. Já no Reino Unido, o número sobe para 6%. A castração do gato doméstico é a melhor prevenção contra o vírus. Humanos com gatos soropositivos não correm risco de contrair a doença.
 (Assessoria de Comunicação – Veterinária Mato Grosso)
Postado em 30 de novembro de 2011 por SoMidia
EVITE QUE SEU GATO SAIA PARA RUA,(MESMO QUE SEJA CASTRADO)
VEJA AQUI DICAS PARA DEIXA-LO LIVRE E EM SEGURANÇA
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DENISE DECHEN (http://dicaspeludas.blogspot.com.br/)

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